100 ANOS DO ANJO PORNOGRÁFICO


"Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico."


NELSON Falcão RODRIGUES
Recife, 23 de agosto de 1912 - Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 1980



"Alguém dirá que A Vida Como Ela é… insiste na tristeza e na abjeção. Talvez, e daí? O homem é triste e repito: – triste do berço ao túmulo, triste da primeira à última lágrima. Nada soa mais falso do que a alegria. Rir num mundo miserável como o nosso é o mesmo que, em pleno velório, acender um cigarro na chama de um círio. Pode-se dizer ainda que é triste A Vida Como Ela é… – porque o homem morre. Que importa tudo o mais, se a morte nos espera em qualquer esquina? Convém não esquecer que o homem é, ao mesmo tempo, o seu próprio cadáver. Hora após hora, dia após dia, ele amadurece para morrer. Há gêneros alegres, eu sei. Fala-se em “teatro para fazer rir”. Mas uma peça que tenha essa destinação específica é tão absurda, obscena, como o seria uma missa cômica. Agora o aspecto da sordidez. Nas abjeções humanas, há ainda a marca da morte. Sim, o homem é sórdido porque morre. No seu ressentimento contra a morte, faz a própria vida com excremento e sangue."
Nelson Rodrigues

Tente manter o sexo próximo do amor
O sexo, na obra de Nelson Rodrigues, é geralmente ponto de partida de tragédia. “O sexo nunca fez um santo. O sexo só faz canalhas”, escreveu. Mas, em 1967, já havia mostrado uma saída para o canalha: “Tudo é falta de amor. [...] As lesões do sentimento, a crueldade. Tudo, tudo falta de amor. [...] E sempre há os que apodrecem em vida porque separaram o sexo e o amor. A toda hora esbarramos com sujeitos que praticam a variedade sexual. Esses vão morrer na mais fria, lívida, espantosa solidão”. Para evitar que o sexo o transforme num personagem rodriguiano, é só se esforçar para não separá-lo do amor. Não é fácil, mas só há vantagem em perder a pecha de canalha. Ser Para Sempre Fiel… está na coletânea de crônicas O Óbvio Ululante (Agir, fora de catálogo, mas facilmente encontrado em sebos)

Nunca coloque em xeque a fidelidade da mulher do seu amigo
Nelson Rodrigues fez questão de mostrar que a delação de uma traição só acaba em tragédia para quem dá o alerta. Em Amigo de Infância, um personagem suspeita da infidelidade da mulher de um amigo e corre a alertar o suposto corno. Quando descobre que a desconfiança tinha fundamento, o corno de fato dá três tiros no cara que só queria que o amigo “não bancasse o palhaço”. Amigo de Infância está na coletânea de contos A Vida Como Ela É (Agir)

Ao antever uma discussão com a mulher, saia pela tangente
É melhor ficar calado do que testar a veracidade dessa máxima de Nelson Rodrigues: “É de fato num bate-boca que nasce na mulher a vontade de trair. Na seguinte discussão, o adultério toma a forma de uma utopia reparadora. [...] Os bate-bocas não passam, e repito: os ba­te-bocas ficam enterrados, na carne e na alma, como sapos de macumba”. (Da coletânea O Óbvio Ululante)

E um alerta sobre o casamento…
“Só um débil mental pode casar-se na presunção de que o casamento é divertido, variado ou simplesmente tolerável. É divertido como um túmulo.” Em Asfalto Selvagem (Agir)



Nelson Rodrigues sempre foi e será lembrando, pricipalmente pelas suas frases de impacto!

- Na 'mulher interessante', a beleza é secundária, irrelevante e, mesmo, indesejável. A beleza interessa nos primeiros quinze dias; e morre, em seguida, num insuportável tédio visual. Era preciso que alguém fosse, de mulher em mulher, anunciando: - 'Ser bonita não interessa. Seja interessante!

- Tudo passa, menos a adúltera. Nos botecos e nos velórios, na esquina e nas farmácias, há sempre alguém falando nas senhoras que traem. O amor bem-sucedido não interessa a ninguém."

- Toda mulher gosta de apanhar”. ... todas as mulheres gostam de apanhar, só as normais, as neuróticas reagem.

- O marido não deve ser o último a saber. O marido não deve saber nunca.

- Toda mulher bonita é um pouco a namorada lésbica de si mesma.

- O biquíni é uma nudez pior do que a nudez.

- Todo ginecologista devia ser casto. O ginecologista devia andar de batina, sandálias e coroinha na cabeça. Como um são Francisco de Assis, com a luva de borracha e um passarinho em cada ombro.

- Não reparem que eu misture os tratamentos de "tu" e "você". Não acredito em brasileiro sem erro de concordância.

- Nossa ficção é cega para o cio nacional. Por exemplo: não há, na obra do Guimarães Rosa, uma só curra.

- Os magros só deviam amar vestidos, e nunca no claro.

- Qualquer menino parece, hoje, um experimentado e perverso anão de 47 anos.

- Morder é tara? Tara é não morder.

- Todo tímido é candidato a um crime sexual.

- Não damos importância ao beijo na boca. E, no entanto, o verdadeiro defloramento é o primeiro beijo na boca.”

- Dinheiro compra tudo, até amor verdadeiro.

- Toda unanimidade é burra.

- O mar tem cheiro de esperma, urina velha e sexo mal lavado.

- Se soubéssemos dos detalhes da vida sexual das pessoas não falaríamos com elas.

ENTREVISTA APIMENTADA COM @Fernanda_Cid

Maria Fernanda (@Fernanda_Cid) se define como uma mulher comum....Fotógrafa, flamenguista, virginiana, kardecista convicta e uma pessoa transparente.
Uma mulher que detesta mimimi!

Leo: Você se relaciona muito e responde perguntas no Twitter... Quais os temas mais apimentados e os que te dão mais "tesão"?
Fernanda Cid: Tema escrito nenhum me dá tesão. Só sinto tesão com toques e com algum vínculo intelectual. Não fico excitada no TT ou qualquer rede social. Foto de Pinto duro me faz é rir. Acho engraçado sexo explícito. Nada excitante ou sexy. Kkkkk

Leo: A @Fernanda_Cid mexe com o seximaginário dos leitores? Você recebe muitas "cantadas", convites e propostas "indecentes"?
Fernanda Cid: Acho q nao mexo com imaginario de ninguém não... ahhahah Recebo cantadas sim e nunca respondo e na maioria dos casos, unfollow e/ou block nos que são muito saidinhos. Não gosto mesmo.

"Homem..Tem que ser enorme, musculoso, lindo e muito culto e inteligente. Se não for assim, prefiro ficar sozinha. Sexo pra mim começa na conversa. Coisa de mulher virginiana."

Leo: Vamos apimentar isso! E o contato com os twitteiros. Estou falando de contato direto... Traduzindo já rolou algo, Alguma “interação” mais quente, uma fusão de @?
Fernanda Cid: Já tive namorados de TT sim. Não acho a menor graça em sexo casual apenas. Não por puritanismo. Apenas prefiro um bom namoro solo a sexo sem compromisso. Sexo so com muito envolvimento emocional e se possível, amor.

Leo: Homem para você precisa ser inteligente ter um olhar sincero, ou aquela pegada e ser todo grandão "das cabeças" aos pés...
Fernanda Cid: Tem que ser enorme, musculoso, lindo e muito culto e inteligente. Se não for assim, prefiro ficar sozinha. Sexo pra mim começa na conversa. Coisa de mulher virginiana.

Leo: Sexo a três (com dois homens) é o sonho de consumo de muitas mulheres... Mas porque na hora H elas amarelam?
Fernanda Cid: Nunca faria. Não acho graça nisso. Como havia lhe dito, sou careta.  Sexo para mim so com UM HOMEM por vez e com bastante envolvimento emocional, sentimental e intelectual. Não consigo fazer sexo sem me apaixonar e por isso escolho a dedo. Fico meses sem sexo tranquilamente...

Leo: As mulheres reclamam de alguns caras, dizem que eles trepam mal... O que te brocha no sexo?
Fernanda Cid: Se o cara não me falar coisas picantes alternadas com coisas de sentimentos. Me brocha lembrar de outra ou sugerir menage. Sou muuuuuito ciumenta no sexo.

Leo: O que você pensa sobre os “brinquedinhos” femininos?
Fernanda Cid: Acredita que não uso? Não sinto vontade não. Mas acho super valido.

Leo: O que rola o que não rola e o que é fantasia: sexo com a amiga, suruba, papai-mamãe, fio terra, inversão, swing?
Fernanda Cid: Entre 4 paredes com ele vale tudo. Com mais gente junto, não rola nada.

"Sinal que acabou o amor é quando acaba o sexo oral."

Leo: Sexo anal deixou de ser tabu. Uma parcela considerável de mulheres diz adorar "dar o c...". 65% disseram que já fizeram anal. Entre as 35% que nunca fizeram, 1/3 tem vontade de experimentar! Elas gostam mesmo ou fazem para agradar e serem moderninhas?
Fernanda Cid: Como a Sandy diz, pode-se ter prazer sim. Mas é algo que o cara tem q conquistar. Saca? Hahahhah

Leo: Qual o lugar mais inusitado onde você fez sexo?
Fernanda Cid: Vixe! Segredo.

Leo: Uma boa transa...
Fernanda Cid: Com o homem que amo. Muito abraço forte, olhos nos olhos, beijo na boca e após um dia de praia... Corpos quentes de sol bem ao estilo carioca de ser.

Leo: Uma transa ruim...
Fernanda Cid: Quando não se ama mais, pois não rola mais sexo oral. Pode reparar. Sinal que acabou o amor é quando acaba o sexo oral.

@Fernanda_Cid
http://www.fernandacid.com/
http://fernandacid-photographer.blogspot.com/

PROJETO RETRATA NUDEZ DA MULHER COMUM


THE NUD PROJECT é um projeto fotográfico iniciado em 2005 que tem como objetivo retratar a nudez de mulheres comuns pelo mundo - Nada de modelos profissionais, maquiagem e nenhuma produção elaborada.
Mais de 100 mulheres da América do Norte e Sul, inclusive brasileiras, maiores de 21 anos, participaram do projeto.
Segundo os criadores do THE NUD PROJECT, além de produzir belas fotos, o objetivo era capturar a personalidade e o contexto social das mulheres fotografadas.




O resultado foi incrível e algumas "modelos" deixaram depoimento no site do projeto:

"Participar do Projeto foi uma experiência incrível. Na verdade, tirar as fotos foi incrível. Eu estava nervosa para me mostrar nua para alguém que eu tinha acabado de conhecer, mas a experiência foi agradável e o nervosismo desapareceu rapidamente."

"Vendo as fotos publicadas no site pensei: Esta sou eu e este é o meu corpo... Quanta honra de estar ao lado de mulheres bonitas."

"Quando vi as fotos à primeira coisa que veio a cabeça: Por que eu deixei alguém tirar uma foto minha tão cedo de manhã?"

"Estou impressionada com o quanto meu corpo modificou em um curto período de tempo. De como o estresse afetou meu corpo."




DIREITISTAS POSTAM FOTOS DA MÃE DE OBAMA NUA

Um Documentário anti-Obama foi enviado a milhões de eleitores norte- americanos. "Sonhos do Meu Verdadeiro Pai" insinua que a mãe do presidente - Ann Dunham - posou para fotos eróticas usando peças de bondage. A baixaria causou fúria entre os democratas.


DVD realizado por um direitista, inclui imagens de uma mulher (supostamente mãe do presidente) - posando quase nua num sofá.
O "documentário marrom" também insinua que história de família de Obama é uma mentira. O casamento entre Dunham e o pai de Obama foi uma fraude! A verdadeira história é que o casamento da mãe do presidente foi um esquema para encobrir o seu affaire com o poeta de esquerda e ativista do Partido Comunista Frank Marshall Davis a quem Obama se referia como seu "mentor".

Partidários de Obama dizem que a mulher que aparece nua nas fotos não é Ann Dunham, morta em 1995, mas sim uma atriz burlesca chamada Marcy Moore.
A ESQUERDA MARCY MOORE AI CENTRO A FOTO DE ANN DUNHAN E A DIREITA A SUPOSTA FOTO

4 RHOLAS MAGAZINE PROCÊ!

#1 #2 #3 #4 @Rholamagazine PROCÊS!

A CALÇOLA PERDIDA DA RAINHA ELIZABETH II


"Roupa de seda ricamente bordada com um monograma da coroa real com o roteiro inicial "E" por baixo no canto superior esquerdo, com um bordado projetado atravessando a roupa por cima. Em cada lado existem duas flores em uma haste com folhas e ao lado um caule com duas folhas. A peça é revestida por uma bainha belas rendas e delicado crochê. Existem quatro pequenas pérolas como botões do lado esquerdo."

Já pensou em chegar perto das "partes intimas" da realeza britânica? Ter a chance de possuir uma calcinha que pertenceu a Rainha Elizabeth II e poder cheira-la à vontade? Um fetichista que arrematou em um leilão a calçola por cerca de US$9 mil vai poder fazer isso!
Funcionários do Palácio de Buckingham afirmam que a rainha Elizabeth II é muito cuidadosa com suas roupas íntimas. Suas lingeries são meticulosamente inventariadas, cada peça é numerada e cadastrada, exceto uma... Que sumiu!!


Em 1968, durante um voo em um avião particular, retornado do Chile, Rainha, então com 40 anos, tirou a calçola real (vai saber o motivo!) e esqueceu a preciosidade a bordo!
Durante todos esses anos a peça íntima ficou sob a guarda do "Barão" Joseph de Bicske Dobronyi, um playboy que viveu na Flórida e se vangloriava de casos amorosos com Raquel Welch, Eva Gabor, Ava Gardner, Brigitte Bardot, Debbie Reynolds e Anita Ekberg. A Rainha Elizabeth não está entre suas conquistas reivindicadas. A calcinha real foi um presente de um amigo, que a encontrou no tal avião!

EM SAMPA AS FOTOS DE 'EVA NEGRA' NUA

 
Tradicional narrativa bíblica de Adão e Eva é reproduzida de forma inusitada na exposição "Beleza Afro-Brasileira", em cartaz na Panamericana Escola de Arte e Design, no bairro de Higienópolis, São Paulo.
O fotógrafo italiano Giancarlo Mecarelli, 66, fez a produção de uma Eva negra envolta por uma cobra, que se junta a outras 29 fotos de mulheres afrodescendentes nuas. "Sempre tive essa ideia de realizar uma imagem para quebrar com o ícone da Eva europeia, quase que alemã. Quem disse que ela era branca?", diz Mecarelli.
A artista plástica paulistana Renata Felinto, 34, foi a escolhida para encarnar a figura feminina mítica. "No começo, fiquei na dúvida porque existem trabalhos de nu péssimos, de mau gosto. Mas quando vi o trabalho do Mecarelli, gostei da iluminação, dos efeitos. Achei sério", afirma a moradora de Taboão da Serra (Grande São Paulo).

 

Além de resgatar a beleza da mulher negra de uma forma simples, o fotógrafo teve a intenção de prestar homenagem a Jorge Amado: cada foto da exposição é acompanhada por um trecho da obra do autor baiano, todos selecionados pelo escritor Ovídio Poli Júnior. "Foi um trabalho muito agradável. Vendo algumas das imagens já me vinha logo a associação com determinada história. O objetivo é mostrar a proximidade que há entre o universo feminino contido na obra de Jorge e a beleza das mulheres negras."
A união com a literatura é outro motivo pelo qual Renata se interessou. "Embora já tenha feito um book, não quis ser modelo porque eu achava meio vazio. Como ele estava fazendo um cruzamento entre as fotos de mulheres negras e a obra de Jorge achei que tinha sentido participar. Foge do padrão de beleza tradicional", ressalta.

Segundo Mecarelli, o trabalho começou em Paraty (Rio de Janeiro) e foi apresentado pela primeira vez em sua galeria Zoom, em 2006, paralelamente à Flip (Feira Internacional de Literatura de Paraty).
"Comecei clicando moças que trabalhavam na padaria, outra como garçonete, outra em casa de família... Mulheres de um cotidiano essencialmente simples, mas que, com a exposição, passam ao status de 'Deusas'", diz o europeu que se mudou para a cidade histórica em 2005. "O importante é não ser vulgar e a beleza acaba ficando na simplicidade", completa o criador do Paraty em Foco - Festival Inernacional de Fotografia.


Beleza Afro-Brasileira - Panamericana Escola de Arte e Design
Av. Angélica, 1.900, Higienópolis, centro, São Paulo, SP.
Até 8/9. Seg. a sex.: 9h ás 21h; sáb.: 9h às 12h. Grátis. 

Fonte: FOLHA DE S.PAULO

O LADO ROSA CHOQUE DO CÂNCER DE MAMA

SCAR Project do jovem fotógrafo de moda novaiorquino David Jay, mostrar o lado do câncer de mama que não estamos acostumados a ver: A realidade. Jay retratou durante 3 anos mulheres sobreviventes do câncer de mama. O resultado deste trabalho reune cerca de 100 fotos de mulheres - imagens que dizem melhor do que quaisquer palavras sobre a crueldade do câncer - e, principalmente, mostra a coragem e a dignidade dessas mulheres.
As imagens são fortes e tem o objetivo de aumentar a conscientização sobre a necessidade do diagnóstico precoce da doença e angariar fundos para financiar pesquisas para o aperfeiçoamento do tratamento do câncer de mama.


“Para cada uma dessas jovens, ver o seu retrato tomado parece representar a sua vitória pessoal sobre esta doença terrível. Isso as ajuda a recuperar a sua feminilidade, sua sexualidade, identidade e poder, depois delas terem sido roubadas de uma parte importante de cada um destes “ativos”. Ao verem as suas fotos publicadas, parece que elas ganham uma maior aceitação da sua tragédia pessoal, o que seguramente aumenta a sua força para seguir em frente de cabeça erguida”, afirmou David Jay.
Dedicado aos mais de 10.000 mulheres com idade inferior a 40 anos que serão diagnosticados somente este ano o SCAR Project é um exercício de consciência, esperança, reflexão e cura.







FRANCESES PUBLICAM - "L'ATLAS MONDIAL DES SEXUALITÉS"

Em que parte do mundo é que a infidelidade destrói mais relações? Quem é que usa brinquedos sexuais na cama? Ou, mais arrepiante, onde é que a violação de crianças é mais frequente? Um grupo de geógrafos franceses tentam responder a estas questão num livro agora publicado, na França - O Atlas Mundial da Sexualidade - Editora Autrement.
Legislação, estratégias matrimoniais, violência, prostituição... O livro retrata a evolução dos comportamentos sexuais através do mundo, numa compilação de inquéritos, estudos e dados reunidos por geógrafos.
"Para o melhor e para o pior, a sexualidade está por todo o lado.", explica Nadine Cattan, diretora do Instituto Nacional de Pesquisa. "Neste estudo, queríamos compreender o que se passa pelo mundo inteiro", acrescentou, depois de 18 meses de pesquisa.


No Brasil, na Grécia e na Polônia, cerca de 80% da população acredita que o sexo é importante, enquanto só 38% têm a mesma opinião no Japão e na Tailândia.

O Atlas se concentra em temas como a "transição sexual e amorosa" que ocorre na Europa e que se revela no aumento da infidelidade. Usando dados de cinco países e de 1,5 milhões de inscritos no site Gleeden – um espaço virtual de encontros para homens e mulheres casados –, o Atlas classifica, por exemplo, a cidade de Paris como aquela onde a infidelidade mais acontece.
No caso dos infiéis, a maioria revela ter educação superior, 22% trabalha no setor financeiro. Por que razão são infiéis? Pela "necessidade de experimentar o seu poder de sedução", respondem.

Pornografia dos Estados Unidos e Rússia
O Atlas explora os meandros dos hábitos sexuais, a sua frequência e grau de satisfação. Na Grécia, Polónia e Brasil cerca de 80% da população considera que o sexo é importante. Os números caem para 38% no Japão e na Tailândia.
Na Europa, os britânicos, noruegueses e suecos são os que mais gostam de usar brinquedos sexuais, ao passo que os países do sul revelam um interesse relativo.
O Atlas contem estatísticas da prostituição, violência sexual, discriminação e abuso de menores. Por exemplo, a Suécia – país com a fama da igualdade de generos – é onde se registaram mais queixas de violação: 53,2 por 100 mil habitantes, em 2008. Talvez porque neste país a definição jurídica do que é violação é mais abrangente do que noutros estados, aponta o estudo. Na Europa, apenas 14% das queixas por violação levam a uma condenação do violador, apontam as Nações Unidas.
Há países que têm medidas de prevenção do assédio sexual como as linhas de trens reservadas só para mulheres como no México, em algumas cidades brasileiras, egípcias e japonesas.
O recorde de abusos sexuais de menores pertence à Irlanda, segundo dados de 2008.
A prostituição e a pornografia também foram objeto de estudo dos geógrafos que revelam que 98% da pornografia vem dos Estados Unidos e da Rússia. A Hungria e a República Checa vêm logo a seguir.
O comércio sexual tem, às vezes, consequências não esperadas como, por exemplo, os danos à biodiversidade devido à fabricação de afrodisíacos com elementos naturais.
A crença de que chifres de rinoceronte são poderosos afrodisíacos provoca estragos na população desses mamíferos. O animal foi dizimado na África e a demanda é tão grande que já foram roubados chifres do animal em dezenas de museus ou zoológicos da Europa e África do Sul.
Fonte: AFP

CINQUENTA TONS DE CINZA



"— Levante as pernas. — ordena com delicadeza, e obedeço de imediato. — Agora vou começar a foder você, Srta. Steele. — murmura ele, ao posicionar a cabeça de seu pau na entrada do meu sexo. — Com força. — murmura, e me penetra.

— Aai! — grito ao sentir um estranho beliscão lá dentro de mim enquanto ele tira a minha virgindade. Ele fica imóvel, me encarando, os olhos brilhando em êxtase com a vitória. Sua boca está entreaberta, e sua respiração é pesada. Ele geme."


Fenômeno editorial, a trilogia erótica CINQUENTA TONS DE CINZA, primeira obra escrita pela mãe de família inglesa E. L. James, vendeu dez milhões de cópias desde seu lançamento, em março.  
O primeiro livro, que chegou as livrarias brasileiras no mês de agosto, trata da relação sadomasoquista entre uma jovem universitária e um bilionário de 30 anos. Lá fora, a publicação gerou desconforto entre feministas, foi banida de bibliotecas em três estados americanos, porém, aumentou a venda de produtos em sex shops e alimentou grupos de discussão entre mulheres casadas que não têm medo de apimentar sua relação.
As passagens do sexo sadomasoquista temperadas com a paixão que surge entre os dois logo no primeiro encontro conquistaram o público feminino. O livro provocou uma corrida editorial em 37 países. O sucesso repentino surpreendeu a própria autora. "Nem nos meus sonhos mais utópicos imaginei estar entre os mais vendidos do The New York Times", disse ela.
A obra começou de maneira despretensiosa, a partir de um hobby. Há pouco mais de dois anos, Erika, então gerente de produção de uma TV londrina, mãe de dois filhos, passava as tardes em frente ao computador escrevendo histórias apimentadas inspiradas nas aventuras do vampiro Edward e da amada Bella, personagens da saga Crepúsculo. Os contos faziam parte da sua página em um site de fan fiction, modalidade literária na qual fãs postam histórias criadas a partir de livros, filmes e séries de TV.
Ao mesmo tempo em que faz sucesso, a trilogia também levanta polêmica. Algumas rodas de debate da TV americana cogitaram que o fenômeno coloca em xeque as lutas feministas por igualdade, já que a protagonista Ana é totalmente submissa ao amante. Sperry Cezar acredita, entretanto, que essa ideia é machista e equivocada. "É o contrário. É por causa das décadas de feminismo que a mulher do século 21 pode fazer o que quiser, inclusive fantasiar com a submissão", diz. "Os papéis sexuais e sociais não têm de ser necessariamente os mesmos."
Polemicas e discussões a parte CINQUENTA TONS DE CINZA  já é um sucesso de público no Brasil! Para vocês. queridos e diliciosas leitoras do SeximaginariuM dois trecho apimentados do livro.

— Eu sabia que você era inexperiente, mas virgem? (...) Vamos resolver esse problema agora mesmo. (...) Você é uma garota corajosa. Estou impressionado.
As palavras parecem um dispositivo incendiário. Meu sangue arde. Ele se abaixa e beija minha boca delicadamente, depois chupa meu lábio inferior.

— Quero morder esse lábio. — murmura junto da minha boca, e a puxa cuidadosamente com os dentes. Dou um gemido e ele sorri (...).

— Fique quieta — murmura ele, e aí se abaixa e vai me beijando, subindo pela parte interna da coxa, continuando por sobre o fino tecido rendado da calcinha. Ah, não consigo ficar parada. Como posso não me mexer? Contorço-me embaixo dele (...). Ele vai beijando a minha barriga, e enfia a língua em meu umbigo. Continua subindo, beijando meu torso. Minha pele arde. Estou afogueada, com muito calor, muito frio, agarrada ao lençol embaixo de mim. Ele se deita a meu lado, e sua mão vai passeando pelo meu quadril, pela cintura e subindo até meu peito (...).

— Muito bom — sussurra ele em tom de aprovação, e meus mamilos ficam mais duros ainda. Ele chupa delicadamente um enquanto sua mão vai para o outro seio e, com o polegar, rodeia a ponta do mamilo. Gemo, uma sensação doce dentro de mim. Estou muito molhada. Ah, por favor. Imploro silenciosamente, agarrando-me com mais força ao lençol. Seus lábios se fecham em volta do meu outro mamilo, e, quando ele puxa, quase tenho espasmos.

— Vamos ver se podemos fazer você gozar assim — diz ele, continuando o ataque lento e sensual. Meus mamilos suportam o delicioso impacto de seus dedos e seus lábios hábeis, que acendem cada uma de minhas terminações nervosas e fazem meu corpo inteiro cantar com uma doce agonia. Ele simplesmente não para.

— Oh... por favor — imploro, e inclino a cabeça para trás, a boca aberta enquanto gemo, esticando as pernas. Minha nossa, o que está acontecendo comigo? (...).

Seus dentes se cerram em volta do meu mamilo, e ele puxa com força com o polegar e o indicador, e eu desmonto na mão dele, o corpo estremecendo em espasmos e explodindo em mil pedaços. Ele me beija, a língua enfiada na minha boca, absorvendo meus gritos.

Nossa. Foi extraordinário. Agora sei porque o alvoroço todo em torno desse assunto. Ele me olha, um sorriso satisfeito nos lábios (...).

— Você é muito sensível. — suspira ele. — Vai ter que aprender a controlar isso, e agora vai ser muito mais divertido ensinar (...).

— Você está deliciosamente molhada. Eu quero você.

Ele enfia o dedo dentro de mim, e dou um grito quando ele enfia de novo e de novo. Ele manipula meu clitóris, e dou outro grito. Ele mexe o dedo dentro de mim com mais força ainda. Gemo.

De repente, ele se senta na cama, arranca a minha calcinha e a joga no chão. Tira a cueca, e a ereção se revela, livre. Puta merda (...).

Debruça-se, apoiando as mãos de ambos os lados da minha cabeça, de modo que paira sobre mim, olhando-me nos olhos, a mandíbula cerrada, os olhos ardentes. Só agora vejo que ele ainda está de camisa.

— Quer mesmo fazer isso? — pergunta suavemente.

— Por favor. — imploro.

— Levante as pernas. — ordena com delicadeza, e obedeço de imediato. — Agora vou começar a foder você, Srta. Steele. — murmura ele, ao posicionar a cabeça de seu pau na entrada do meu sexo. — Com força. — murmura, e me penetra.

— Aai! — grito ao sentir um estranho beliscão lá dentro de mim enquanto ele tira a minha virgindade. Ele fica imóvel, me encarando, os olhos brilhando em êxtase com a vitória. Sua boca está entreaberta, e sua respiração é pesada. Ele geme.

— Você é muito apertada. Está tudo bem?

Faço que sim, olhos arregalados, segurando os antebraços dele. Sinto-me muito plena. Ele continua parado, deixando que eu me acostume à sensação avassaladora e intrusiva de tê-lo dentro de mim (...).

Ele recua extremamente devagar. E fecha os olhos e geme, e torna a me penetrar. Grito de novo, e ele para.

— Mais? — murmura, a voz rouca.

— Sim. — suspiro.

Ele faz de novo, e torna a parar. Gemo, o corpo aceitando-o... Ah, eu quero isso.

— De novo? — sussurra ele.

_________________________________________________________________

(...) De repente, ele me agarra, me fazendo cair por cima dele. Com um único movimento suave, ele se posiciona de tal maneira que fico com o torso deitado na cama ao seu lado. Ele joga a perna direita por cima das minhas e me prende com o braço, me imobilizando. Ai, porra.

— Coloque as mãos na cabeça. — ordena.

Obedeço na mesma hora.

— Por que estou fazendo isso, Anastasia? — pergunta.

— Porque revirei os olhos para você. — Mal consigo falar.

— Acha que essa é uma atitude educada?

— Não.

— Vai fazer de novo?

— Não.

— Vou lhe dar uma surra toda vez que fizer isso, entendeu?

Muito lentamente, ele abaixa as minhas calças. (...) Merda, será que vai doer?

Ele põe a mão na minha bunda nua, acariciando-me delicadamente, fazendo movimentos circulares com a palma da mão. De repente, retira a mão... e me bate — com força. Ai! Arregalo os olhos reagindo à dor, e tento me levantar, mas ele põe a mão entre as minhas escápulas me forçando para baixo. Torna a acariciar o local onde me bateu, e sua respiração muda — está mais ruidosa, mais forte. Ele me bate de novo e de novo, depressa e sem interrupção. (...) Surge um padrão rítmico: carinho, afago, palmada. Tenho que me concentrar para enfrentar essa dor. Minha cabeça se esvazia enquanto me esforço para absorver aquela agonia. Ele não me bate duas vezes no mesmo lugar — está espalhando a dor.

— Aaai! — grito na décima palmada, e, então, percebo que andei contando mentalmente os golpes.

(...) — Ninguém vai ouvir você, querida, só eu.

(...) Ele continua naquele ritmo implacável. Grito mais seis vezes. Dezoito tapas ao todo. Meu corpo está urrando, urrando por causa desse ataque impiedoso.

— Chega. — sussurra ele asperamente. — Muito bem, Anastasia. Agora vou foder com você.

— Está sentindo? Está vendo quanto o seu corpo gosta disso, Anastasia? Você está toda molhada, só para mim.

— Sim. — É uma súplica. 


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“A VIDA COMO ELA” É DO CASAL BARBIE E KEN

Afinal,o mundo cor-de-rosa da Barbie é assim tão rosa? Na visão da fotógrafa canadiana Dina Goldstein, o dia-a-dia do famoso casal da Mattel é dominado por dúvidas,ciúmes e vícios. O seu projeto "IN THE DOLLHOUSE" questiona a relação conjugal perfeita criada no imaginário de sucessivas gerações.
A Barbie, a boneca mais famosa do mundo, criada por Ruth Handler e Elliot Handler, tem mais de cinquenta anos, mas continua com a mesma aparência da juventude. Dois anos depois, chegou o namorado Ken. Se sozinha a Barbie já representava a imagem da perfeição, o casal passou a protagonizar um verdadeiro conto de fadas. Tava tudo muito bem, muito bom até que a fotógrafa canadiana Dina Goldstein resolveu desmistificar a história feliz do casal da Mattel.

As imagens de seu mais recente projeto "IN THE DOLLHOUSE" retratam o trágico, monótono e enfadonho dia-a-dia conjugal. Utilizando cenários idênticos aos das casas de bonecas e dois modelos de carne e osso, Dina transforma a Barbie numa personagem dominada por angústias, medos e vícios. Ou seja, aquilo que possivelmente sentiria, se fosse humana.

Sob esta ótica realista, aborda também a sua relação com Ken. Barbie vive um casamento infeliz, questiona-se sobre a sexualidade do marido e tenta esquecer os problemas refugiando-se no álcool. 


Fonte:   http://obviousmag.org/

A "BUNDA-PINTADA" DOS ANOS FHC

Na semana em que caras, pintadas ou não, ajudaram a desenhar o maior movimento da juventude brasileira dos últimos 20 anos, alguém aí se lembra da "bunda-pintada"?
Carla Taís dos Santos, 33, ou Carlinha, para os mais chegados, recorda-se como se fosse ontem do dia em que "parou tudo" em Brasília, ao desfilar nua em frente ao Congresso Nacional.
Era 2001. A garota tinha 21 aninhos e atributos típicos da idade, por exemplo os bem distribuídos 56 quilos e um generoso painel para abrigar frases do tipo "CPI Já". Ao tirar a roupa contra o segundo governo de FHC (1999-2002), Carla, então presidente da Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), ganhou fama nacional de "bunda-pintada". 
Isso na era FHC.... 

Fonte: FolhaPress